Como garantir a limpeza correta do imóvel em tempos de Covid-19?

Limpeza, higienização, desinfecção, sanitização ou esterilização. Qual processo de limpeza devemos utilizar em ambientes devido ao surgimento do novo corona vírus? Confira essas dicas preparadas pela ComFacil – Soluções em Facilities

Com a atual pandemia do COVID-19, algumas dúvidas surgem a respeito de como executar a higienização adequada nos ambientes de um apartamento, flat ou casa.

Tendo em vista a limpeza ser uma das principais responsáveis na contenção do vírus, esse material nos traz algumas orientações sobre a diferença entre os principais conceitos na atualidade e algumas dicas de procedimentos a serem seguidos.

Processo de Limpeza:

É a remoção da sujeira pesada de superfícies. Quando utilizado produto químico e ação mecânica no processo de limpeza convencional, estima-se uma redução de até 60% de microbiologia nas superfícies, porém somente a limpeza convencional não é capaz de eliminar vírus e bactérias.

Processo de Desinfecção:

O processo de desinfecção de um ambiente consiste na utilização e na aplicação de desinfetantes de uso geral, produto esse que elimina 99,99% dos germes, bactérias e vírus como o Sars-Cov-2 que causa o Covid-19. Recomenda-se a utilização de produtos deixando-o em contato com a superfície por cerca de 10 minutos para se ter a eficácia da desinfecção.

Processo de Higienização:

A higienização envolve os dois processos anteriores, uma limpeza seguida do processo de desinfecção. Quando realizamos uma desinfecção, entendemos que uma pessoa está executando uma limpeza, removendo sujidades do ambiente e posteriormente aplicará o produto para desinfecção da superfície.

Processo de Sanitização:

O processo de sanitização, é mais utilizado em indústria alimentícia, prevê o uso de sanitizantes que eliminam níveis de componentes microbiológicos específicos. Esse processo não se aplicaria ao dia a dia, pois obedece a regras diferentes da desinfecção com produtos mais agressivos.

Processo de Esterilização:

Esterilizar, significa eliminar totalmente os germes, inclusive seus esporos, por meio de processos físicos ou químicos bastante agressivos e restritos. A esterilização é utilizada em situações de máxima segurança, como em salas cirúrgicas de hospitais ou em locais de biossegurança, com a eliminação total dos microrganismos.

O processo mais indicado para combate ao COVID-19, é o processo de higienização, limpeza seguida de desinfecção.

Quais produtos químicos devem ser utilizados?

  • Limpeza: detergente neutro e multiuso
  • Desinfecção: desinfetantes à base de quaternário de amônia, Biguanida polimérica e peróxido de hidrogênio (o mais indicado contra o COVID-19), hipoclorito de sódio (1%) e álcool 70%

Curiosidade

Dados internacionais do CDC USA (Centro de Prevenção de Doenças dos EUA) expõem o tempo de permanência do vírus nas superfícies da seguinte forma:

  • Plástico – 3 dias
  • Papel, Vidro e Madeira – 4 dias
  • Papelão – 1 dia
  • Alumínio – 2 a 8 horas
  • Aço – 2 dias

 

Então qual o procedimento correto para higienização de um apartamento, um flat ou uma residência?

Primeiro devemos aumentar a frequência do processo de higienização de superfícies, com máxima atenção às áreas onde ocorrem maior contato das pessoas, tais como:

Maçanetas, corrimãos, barras de apoio, botões de elevadores, fechaduras, interruptores, aparelhos de telefone, teclados, mouses, mesas, cadeiras, mobílias em geral, controles remoto, bancadas e torneiras.

De modo geral, os processos devem seguir as etapas de acordo com as áreas a serem higienizadas:

  • Limpeza seca
  • Limpeza úmida
  • Limpeza molhada

Inicie a limpeza da área menos suja para a mais suja efetuando a varredura úmida com pano de microfibra utilizando os produtos químicos específicos e regulamentados pela ANVISA.  Inicie o processo de limpeza e desinfecção pelas paredes, vidros, superfícies, objetos, e por último, o piso. Utilize cabos telescópios, para se manter distância de áreas de manuseio e contornar mobiliários fixos.

É importante não utilizar o mesmo pano em ambientes diferentes evitando assim a contaminação cruzada e ao término da higienização de cada ambiente, nunca se esqueça de higienizar a maçaneta ao sair do cômodo.

Ao término do processo de higienização, desinfete todos os equipamentos utilizados no processo.

 

Fine-tuning the Future Workforce: Global Mobility Symposium highlights

Como ajudar um expatriado em um destino difícil?

Quais são os piores destinos para um expatriado? Os destinos cuja adaptação é mais desafiadora? Quando fazemos essa pergunta, é comum que se pensemos em destinos insólitos, onde a mobilidade é reduzida e onde não há muitas opções de lazer ou escola para os filhos, por exemplo.

Mas existe uma série de destinos que possuem barreiras financeiras e culturais que não são percebidas de imediato devido a sua história, ao desenvolvimento da sua economia. Destinos onde belezas naturais e popularidade ofuscam questões que impactam e muito na rotina, bem diferente do que ocorreria com um mero turista.

Engana-se quem pensa que esses desafios são exclusivos de países em desenvolvimento ou com menor estrutura. Tomemos o caso da Suíça, por exemplo. Um país desenvolvido, com alto índice de desenvolvimento humano, belas paisagens, história, sistema de transporte e economia que funcionam perfeitamente e uma política de segurança pública que permite que você se desloque livremente pela cidade sem ter que se preocupar com segurança.

Contudo, o alto custo de vida pode limitar as opções de lazer da família e o entrosamento com a comunidade local pode ser demorado se não houver uma pessoa que sirva como ponte/conexão. Como resultado, podemos ter um expatriado que se sente excluído de uma sociedade, gerando inclusive um sentimento de solidão e não pertencimento.

O Rio de Janeiro é um outro destino que pode ser enquadrado como de difícil adaptação. Cidade mundialmente conhecida, belas paisagens naturais, mas que também possui um alto custo de vida, um mercado imobiliário com um dos metros quadrados mais caros do mundo (e que não necessariamente implica em qualidade), segurança pública complicada e uma burocracia sem fim.

Por isso profissionais de global mobility constantemente se perguntam que ferramentas adicionais eles podem utilizar para ajudar os expatriados a se adaptarem em um destino difícil?

Sem dúvida, o treinamento intercultural é uma das principais ferramentas para ajudar nesse processo. Mas existem algumas dicas aplicadas por algumas empresas que podem fazer uma diferença nesse processo.

# Dica 1

O primeiro passo é garantir que o pre-assigment seja rico em informações sobre o novo destino. O candidato precisa ter todas as informações à mão e as expectativas precisam ser devidamente ajustadas. Isso reduz o nível de ansiedade do candidato.
A participação do cônjuge nesse processo é fundamental. É preciso entender qual impacto a mudança de destino trará na rotina da família e juntamente com a empresa de relocation pensar em alternativas para contornar os possíveis desafios.

Geralmente nessa fase as empresas fornecem uma viagem inicial ao local, fazem uma avaliação das necessidades da família e oferecem uma analise do custo de vida que ajudam no processo decisório.

Uma grande sacada é utilizar o pre-visit para ajustar ainda mais as expectativas da família, criando um roteiro customizado para suas necessidades. Vivenciar em loco como seria uma vida naquele local, permitir que a família explore a área e sinta como é viver ali é a melhor forma de entender as diferenças impactarão na rotina. Fazer recomendações de passeios, restaurantes para o tempo livre é outra forma de ajuda-los a sentir o novo local.

Mapeado os desafios daquela família, é recomendado criar um mapa sobre como os mesmos podem ser enfrentados de uma forma construtiva:
– Cultura: Quais aspectos podem afetar a família
– Como enfrentar esses desafios?
– Que recursos e atividades tenho a disposição no local para facilitar o processo de adaptação?

Quais são as expectativas da família ao se mudar?
– Emprego do cônjuge
– Realidade do mercado
– Reconhecimento de diploma
– Outras opções de carreira
– Necessidades especiais.

É vital ter uma resposta honesta para esse e quaisquer outros questionamentos, mesmo que não seja a resposta ideal ou desejada. Isso ajuda a família a saber o que esperar e como pode trabalhar para superar esse obstáculo pro-ativamente em vez de agir reativamente.

Uma outra boa prática é ajudar o cônjuge a buscar uma atividade remunerada ou um projeto ao qual ele possa se dedicar. Isso confere um sentido de propósito e acelera o processo de pertencimento ao novo local.

# Dica 2

Criar um programa de mentoria para o funcionário expatriado é uma ação que tem um grande impacto a um custo muito baixo.

O expatriado enfrenta muitas mudanças de uma só vez, país, casa, trabalho, nova dinâmica familiar, novo chefe. Ter alguém do escritório que conheça a área e os desafios a serem enfrentados é encorajador e acelera o processo de adaptação.

Os benefícios são muitos:
– Facilita o processo de transição
– Aumenta o conhecimento sobre o funcionamento do escritório
– Auxilia na aplicação de suas habilidades e conhecimento no novo ambiente
– Divide e acelera o conhecimento da cultura local da empresa
– Encoraja a troca de conhecimento
– Funcionário enxerga resultados tangíveis em pouco tempo

O programa de mentoria também possibilita ao expatriado adequar as suas habilidades para aquele contexto cultural específico e até mesmo ajustá-las para que se consiga executar sua atividade no novo ambiente de forma apropriada aquela realidade.

Contudo, alguns pontos devem ser levados em consideração ao escolher um mentor:
– Procure uma pessoa que tenha experiências culturais semelhantes (estrutura familiar, mesma nacionalidade, etc).
– Ofereça uma reunião inicial para ver se haverá de fato afinidade entre as partes
– A relação tem que ser benéfica para ambos os lados
– Promova happy hours, almoço e se possível com a família

# Dica 3

Ajudar o expatriado e família a se integrar a comunidade.

Por mais que a expatriação tenha sido um projeto de carreira e de vida planejado pelo expatriado e família, com o tempo, as dificuldades de se integrarem a comunidade pode gerar um sentimento de não pertencimento.
É importante ter uma conexão com a cidade que o faça se sentir acolhido e parte daquela realidade
Esses funcionários estão longe dos familiares e amigos, em uma localidade difícil. A prioridade durante o relocation desses funcionários deveria ser:
– Onde morar
– Fazer amigos
– Encontrando recursos
– Se encaixar no escritório

Lugares remotos ou lugares onde o custo de vida é muito alto, localizar hobbies, atividades ou clubes não é algo fácil. Então, o que pode ser feito?

Organizar happy hours após o expediente, organizar atividades em grupo como campeonatos de futebol, aulas de yoga na aula do almoço, etc

Expandir essas atividades para a família é uma boa pratica. Assim como criar uma comunidade com cursos, eventos, coaching e eventos para as crianças.

# Dica 4

Já pensou em um serviço de coaching para o cônjuge do expatriado? Ajudá-lo a enfrentar os desafios e a se lembrar do que os motivou a dizer sim para a expatriação, ajuda a passar pelo processo de mudança com mais confiança.

Ajudar o parceiro a redirecionar sua carreira, criar um novo plano de carreira, um proposito para aquele período de vida. Ensinar técnicas de entrevista para aquele ambiente, auxiliar no processo de negociação para salários, auxiliar na elaboração de currículos. Caso o visto restrinja o trabalho, que alternativas ele pode ter?

Para dar certo é importante que o coach seja local, expert naquela cidade e que tenha conhecimento das dificuldades de uma expatriação.

Com certeza existem outras dicas que podem ser aplicadas nesse contexto. Que tal dividirmos por aqui?

Governo laça Carteira de Trabalho digital

No dia 24/09 entrou em vigor a Carteira de Trabalho digital, que substitui a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) física.

Com essa medida o governo espera reduzir a burocracia no processo de contratação bem como os custos envolvidos no processo do documento físico.

O documento digital está previamente emitido para todos os brasileiros e estrangeiros que estejam registrados no Cadastro de Pessoa Física (CPF) e já reúne os contratos de trabalho antigos e novos, bem como suas respectivas anotações. No entanto, cada trabalhador terá de habilitar o documento, com a criação de uma conta de acesso no endereço www.gov.br/trabalho.

Convém destacar que a Carteira Digital não serve como documento de identificação.

Empresas que já usam o eSocial poderão contratar funcionários sem a necessidade de exigir deles o documento físico. Isso vai facilitar o acesso ao mercado, pois não será mais necessário apresentar a carteira de trabalho em papel para ingressar em um novo emprego, resultando em simplificação e desburocratização.

Com as novas regras, as anotações que antes ficavam na CTPS física passarão a ser realizadas eletronicamente. Para acompanhar essas anotações, o trabalhador poderá utilizar um aplicativo especialmente desenvolvido para celulares (com versões IOS e Android) ou acessar o ambiente www.gov.br (solução web).

A Carteira Digital tem como identificação única o número do CPF do trabalhador, que passa a ser o número válido para fins de registro trabalhista. Diante disso, é importante que os empregadores que utilizam o eSocial observem, no momento da contratação, critérios como a idade mínima dos brasileiros e estrangeiros e o amparo legal dos estrangeiros com relação ao direito a atividade remunerada no país.

Confira essa matéria com as principais dúvidas elaborada pelo Jornal A Folha de São Paulo. 

As novas tecnologias em mobilidade internacional e seu impacto no processo de relocation

Muito se fala sobre o uso das atuais tecnologias e novos modelos de serviço, como startups, e como eles podem ser úteis no processo de mobilidade internacional das empresas. De fato, essas novas tecnologias trouxeram agilidade em boa parte do mundo, substituindo inclusive fornecedores tradicionais. Trouxeram também uma ampliação da oferta em serviços e maior conformidade nos processos, dada a previsibilidade e segurança.

Mas até que ponto essas novas tecnologias podem ser aplicadas aqui no Brasil?

Analisemos ponto a ponto as principais tendências no segmento de Relocation.

 

Corporate Housing

Em muitos locais do mundo o mercado tradicional de apartamentos corporativos era, ou ainda é, dominado por empresas que administram várias propriedades em um único prédio com a finalidade exclusiva de locação temporária. Mas esse modelo começou a perder espaço para startups e apps como o Airbnb e o Urbandoor (recentemente comprada pela Airbnb). A grande vantagem desse novo modelo é que eles transcendem o conceito de apartamento temporário ao expandir para áreas que antes eram exclusivamente residenciais. Através de um programa com os locatários, os imóveis são adaptados para os viajantes corporativos de forma que unam requisitos práticos para o desempenho das atividades profissionais como internet wireless de boa qualidade, decoração clean maior conforto – essencial para aqueles profissionais que passam mais tempo na estrada e se cansaram da impessoalidade dos hotéis e apartamentos temporários convencionais. Outra grande vantagem é a ampliação do raio de localização do imóvel. Além dos bairros tradicionais, onde geralmente o metro quadrado é mais caro, eles  passaram a contemplar também áreas alternativas e até mesmo mais distantes do centro comercial. Sem dúvida um grande alento a empresas que buscavam mais opções e que também precisam baratear seus custos com viagens.

Outra grande vantagem dos Apps é a economia de tempo. Aquele processo demorado de contratação, análise de contrato, vistoria de entrada e de saída, depósito caução, sai de cena e no lugar temos um processo muito mais ágil, onde tudo é contratado pela internet e pago com o cartão de crédito.

Contudo, com o objetivo de atender o mercado corporativo de forma diferenciada, o Airbnb criou o Airbnb for Work, onde os melhores apartamentos dentro da plataforma do Airbnb, são selecionados para essa finalidade. Mas, ainda não existe uma oferta consistente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Supõem-se que um dos motivos é o desafio do mercado imobiliário brasileiro em si. A questão da manutenção periódica e segurança ainda é um ponto negativo no Brasil. E isso é inegociável para as grandes empresas.

Todavia, sem duvida o Airbnb for Work é uma boa opção para viagens de negócios fora do país, especialmente no caso de empresas que não possuem um procedimento de segurança muito restrito. De forma simples, a empresa consegue controlar todas as reservas em tempo real. Além disso, os proprietários que fazem parte dessa plataforma passam por um crivo especial. Os apartamentos corporativos possuem amenidades diferenciadas que fazem toda a diferença.  Mas vocês podem questionar sobre a questão da manutenção e segurança do imóvel. Não existem riscos de problemas nessa área? Claro que sim.  Mas países como Estados Unidos e a maior parte dos países da Europa possuem uma pratica diferente no que tange a responsabilidade para manutenções prediais (já falamos disso aqui no artigo O que você precisa saber ao alugar um imóvel no Brasil). Nesses locais é de responsabilidade do proprietário garantir a segurança e manutenção, inclusive relativa a desgaste natural, sob pena de multas e sanções. Então para evitar riscos, recomenda-se ter esse olhar sobre como essa questão é tratada no país de destino. Em muitos casos, a comodidade e economia andam lado a lado com a segurança.

Uma outra empresa que movimenta o mercado de acomodação temporária é a empresa ReloQuest. Trata-se de uma plataforma que facilita o processo de contratação de acomodações temporárias corporativas e que compara os serviços a serem contratados, similar a um processo de licitação. A grande vantagem da ReloQuest é o fácil acesso a fornecedores tradicionais e profissionais verificados no mundo todo. Contudo, para acessar essa plataforma é necessário pagar uma assinatura mensal. E se o objetivo for obter apartamentos temporários no Brasil, esqueça.  Assim com as demais plataformas citadas nesse artigo, a ReloQuest também não trás nenhuma novidade em termos de opções ao mercado brasileiro

 

Busca de Residências

A busca de residências para expatriados no Brasil se resume ao mesmo processo burocrático. Consultas a sites específicos na internet (que são uma extensão das imobiliárias e que muitas vezes não estão com os anúncios atualizados) e consultas a imobiliárias que nem sempre respondem de imediato. Como resultado, demora-se em media de 2 a 3 dias para montar uma boa lista de imóveis para visita.

Para transformar esse mercado, surgiu a plataforma Quinto Andar. Atualizado com frequência, ele dispõe de fotos 360 graus, localiza o imóvel em um mapa e ainda acaba com a figura do fiador. Todos os serviços são agendados online e para tentar desburocratizar ainda mais o processo, utiliza-se um contrato padrão.

Apesar de ser um recurso valioso para pessoas físicas, ainda não é uma realidade para clientes corporativos. Tentar sair do modelo definido para incluir inspeções de segurança ou até mesmo a inclusão de clausulas no contrato padrão pode ser um processo frustrante e demorado. Mas dá para entender o motivo. A Quinto Andar foi desenhada para ser escalável, atingindo em massa milhares de pessoas físicas que precisam de um serviço imobiliário rápido e livre de complicações. Contudo, com a consolidação da empresa no mercado é esperado um novo olhar a outros perfis de clientes em potencial. Talvez boas novidades venham por aí.

 

Sistema de controle

Talvez os sistemas de gerenciamento de expatriação sejam as ferramentas mais acessíveis no Brasil. Elas economizam tempo e substituem todas as planilhas de controle utilizadas pelos gestores.

São raras as empresas que possuem o próprio sistema de gestão, recorrendo aos recursos oferecidos pelas empresas de Relocation. As funcionalidades são as mais diversas, passando por controle de custos, gestão do processo de vistos, mudança, dentre outras.

A Simple City também desenvolveu um sistema próprio, mas com foco na execução e eficiência do processo de relocation. O sistema possui a melhor plataforma existente no mercado e permite o acompanhamento das solicitações, execução e avaliação do serviço e do consultor em tempo real. Outra grande vantagem é o arquivo do histórico de cada serviço executado, especialmente útil quando o expatriado devolve o imóvel e alguns termos de negociação precisam ser relembrados.

Outra funcionalidade do sistema da Simple City é o controle automatizado de vencimento de contratos, contas e afins. Substituímos o controle manual pelo melhor que a tecnologia tem a oferecer, garantindo a segurança e confiabilidade no processo de gestão.

No perfil da Empresa, é possível gerir a informação de cada expatriado bem como ter fácil acesso a serviços executados e notas fiscais emitidas. O objetivo é simplificar o processo de gestão, deixando o processo de mobilidade internacional mais leve e fluido.

A grande vantagem de uso de sistema de empresas como o da Simple City é a atualização constante bem como upgrades de funcionalidades de forma ágil, acompanhando as necessidades e exigências do mercado.

Sendo assim, considerando os serviços inovadores na área de mobilidade internacional, pouco ainda pode ser explorado no Brasil. Por isso a questão do relacionamento com fornecedores e parceiros ainda é vital para que se tenha um serviço de excelência. O contato diário, o olhar diferenciado a cada desafio, buscando novas formas de solucionar problemas antigos é o que faz a diferença. E quanto aos serviços e tecnologias inovadores? Bem, estar em contato e alinhado com as novidades é essencial, até mesmo para ajuda-los a entender as particularidades de um mercado tão difícil quanto o brasileiro. E, no tempo certo, estar preparado para as novidades que certamente começarão a vigorar e que já estão mudando a forma de se fazer relocation.

Global Mobility Talks

No dia 14 de agosto aconteceu o primeiro evento idealizado pela Simple City, o Global Mobility Talks. O objetivo do evento é levar conteúdo de relevância para que empresas utilizem como ferramenta no processo de mobilidade internacional.

 

O Global Mobility Talks propõe um conceito diferenciado, mais intimista, permitindo maior proximidade entre os participantes e profundidade nas discussões, gerando conhecimentos relevantes e de grande aplicabilidade no negócio.

Essa edição contou com a parceria da BR Visa e Atlantis que apresentaram conteúdos  sobre tax, migração e mudanças internacionais.

As fundadoras da Simple City Wânia Gonçalves e Paloma Weyll apontaram caminhos para uma gestão mais eficiente no processo de Relocation.

Na próxima edição, conforme solicitado pelos nossos clientes e parceiros, discutiremos caminhos para a construção de um processo de mobilidade internacional mais ágil. Aguardem.

Os desafios da mobilidade global

Ter uma Política de Mobilidade Global consistente e aderente a cultura da empresa é um passo importante para ter processos de transferência internacional bem-sucedidos. Contudo, adequar os mais variados perfis de expatriados e as necessidades familiares pode ser um desafio e tanto.

Para discorrer sobre esse e outros dilemas da mobilidade internacional a Simple City convidou Silvia Jacoby.

Silvia trabalhou no Grupo Bosch por 25 anos, sendo que nos últimos 20 anos ela se dedicou a Gestão de Mobilidade Internacional, tendo sido pessoalmente expatriada por 3 anos para a Alemanha. Na Matriz da Bosch na Alemanha ela conduziu um projeto de mobility de 150 trainees alemães para mais de 30 países no mundo.

 

De volta ao Brasil, como Gerente de Transferências Internacionais da Bosch, foi responsável por um volume de mais de 200 expatriados simultaneamente.

Desde 2014 Silvia tem prestado serviços a empresas como Consultora Autônoma, na elaboração, aperfeiçoamento e/ou “tropicalização” de políticas de Global Mobility.

Atualmente ela também é Conselheira do GADEX (grupo informal de gestão de expatriados), onde também já foi Presidente por 1 ano.

 

Simple City: Silvia, você trabalha há muitos anos com Mobilidade Global e construção de políticas. O que mudou em temos de práticas de mobilidade nesse tempo?

Silvia Jacoby: Primeiramente, agradeço a oportunidade de compartilhar com o seu público um pouco de minhas reflexões!

Respondendo à sua pergunta, percebo que ao longo do tempo há idas e vindas, tendências e novas experiências. Cito como exemplo, a descentralização e terceirização da área de Mobility para consultorias externas e, em alguns casos após certo tempo, a re-internalização desta atividade para a empresa.

Há também um constante esforço das empresas na redução de custos dos pacotes de benefícios sem, contudo, abrirem mão da atratividade, da segurança e dos aspectos de compliance que uma transferência internacional requer. No passado o colaborador “fazia um favor” à empresa aceitando uma missão no exterior e, por isto, era muito bem recompensado financeiramente. Já há muito tempo uma expatriação passou a ser fortemente “desejada” pelos profissionais, que assim valorizam seus currículos e crescem do ponto de vista pessoal. Em paralelo, muitas empresas determinam que uma promoção para posições-chave somente se dá mediante uma robusta experiência no exterior por parte do colaborador. Esta evolução justifica a oferta de pacotes mais enxutos.

Outra tendência bem atual é de algumas empresas não mais oferecerem os benefícios isoladamente, mas de efetuarem alguns pagamentos de “lump sum” para que o colaborador contrate ele mesmo os serviços ou bens, conforme suas necessidades pessoais. Esta medida reduz o trabalho operacional da empresa e agrada aos colaboradores. Porém, tem o risco de que parte das verbas não seja usada para aquilo que realmente é necessário.

 

Simple City: A transferência internacional virou uma necessidade para as empresas que têm um alcance global. Você acha que hoje existe uma maior preocupação com o processo da transferência?

Silvia Jacoby: Com certeza! Até em função da crise econômica, as empresas brasileiras buscam cada vez mais expandir seus negócios para o exterior, o que exige a movimentação de talentos para os países em questão. Por outro lado, as corporações estrangeiras sempre continuarão “importando” colaboradores, não apenas para posições de comando, mas também para que desenvolvam aqui suas competências. Ambos os processos demandam uma organização sólida do processo de transferência, para que os colaboradores envolvidos e suas famílias tenham segurança e confiança na empresa, sem desperdiçar tempo e esforços com questões do dia a dia.

 

Simple City: O perfil do expatriado mudou. Altos executivos dividem o cenário com gerentes, trainees que possuem necessidades diferentes. Como criar uma política que atenda a todos?

Silvia Jacoby:  Penso que o ideal é ter políticas diferentes para públicos diferentes ou, na mesma política, prever cenários diferentes conforme o público. Também é possível, por exemplo, desenvolver-se uma única política com diferentes “anexos”, que estipulam condições diferentes conforme o público. Mas considero que o ideal é restringir ao máximo estas diferenças.

 

Simple City: Ainda é comum encontrar empresas com Políticas Globais de mobilidade internacional mas que não são “tropicalizadas”, ou seja, adaptadas as necessidades daquele país ou região. Como você avalia essa situação?

Silvia Jacoby: Acho fundamental que a Política contenha uma parte “tropicalizada”. Cada localidade é tão diferente da outra que, se estas singularidades não forem previstas, muitas questões ficarão em aberto. Por exemplo, uma Política Global pode prever que o colaborador e seus familiares terão direito a curso de idioma ainda no país de origem e após a chegada ao destino. A Política Local pode determinar quantas horas de curso o expatriado e dependentes poderão ter (em função da dificuldade do idioma que precisarão aprender), em que escolas terão aulas (conveniadas ou não com a empresa), se estas poderão ou não ser tomadas no escritório ou na residência, quem assume quais custos, levando também em consideração a Política de Cursos de Idiomas existente para os empregados locais.

 

Simple City: O custo da transferência internacional ainda é muito alto, o que pode inviabilizar a concessão de benefícios aos expatriados. Como uma empresa pode se ajustar a essa realidade?

Silvia Jacoby: A empresa pode reduzir custos evitando, na medida do possível, a duplicidade de tributação e de seguro social entre os países que mantêm acordos específicos para estas finalidades. Além disso, é interessante sempre rever suas políticas, compará-las com o que o mercado pratica, efetuar eventuais ajustes, diminuir eventuais “gorduras”, sem prejuízo à atratividade da expatriação, segurança e compliance, conforme comentei anteriormente.

Há um Projeto de Lei a ser votado pela Câmara, já aprovado pelo Senado que, se aprovado, poderá reduzir as despesas com encargos sociais por parte das empresas, o que será uma ótima notícia.

 

Simple City: O que não pode faltar em uma boa política de mobilidade internacional?

Silvia Jacoby:  Creio ser indispensável um cuidado especial com os familiares dos expatriados que, se não se sentirem confortáveis na nova localidade, poderão fazer com que “lares sejam desfeitos” e o assignment seja mal sucedido ou interrompido. Portanto, entendo que a Política deve prever alguns benefícios como curso de idioma também para os familiares, boa escola para os filhos, viagens intermediárias ao país de origem, bom seguro médico para a família, auxílio para o cônjuge dar continuidade a suas atividades desenvolvidas antes da transferência, etc.

 

Simple City: Na sua opinião, qual o maior erro que uma empresa comete ao desenhar uma politica?

Silvia Jacoby: Penso ser “subestimar” uma transferência internacional, ainda que seja a um país sul-americano, com idioma e cultura similar ao nosso. Quando falo em “subestimar” quero dizer prever pouco apoio, poucos benefícios, não se debruçar nos detalhes que precisam ser previstos. E quando falo em detalhes, logo emendo com outro possível erro: há empresas que definem sua política em “power-point”, ou seja, em tópicos resumidos, ao invés de redigirem textos precisos, detalhados e completos. Este estilo pode levar a incontáveis mal-entendidos e interpretações diversas, que deveria ser evitado.

 

Simple City: Muitas pesquisas apontam a necessidade de mais flexibilidade nas políticas para atender a circunstancias pessoais de expatriados. É possível atender essa questão sem perder o controle do processo?

Silvia Jacoby:  Como já comentei anteriormente, existe esta nova tendência de, ao invés de se conceder benefícios específicos, a empresa oferece uma verba para o colaborador fazer suas escolhas conforme sua necessidade e gosto pessoal. Com certeza, é uma medida que garante maior flexibilidade, mas tem também o risco de em algum momento faltarem recursos para outras demandas importantes. Outro desafio é determinar os valores a serem pagos, de modo que sejam adequados aos gastos que os expatriados terão. Neste modelo, de qualquer forma, é imprescindível que alguns benefícios sejam obrigatórios e determinados pela empresa (p.ex. seguro de saúde). Este tipo de política que combina itens obrigatórios com “lump sums” tem sido chamado por algumas empresas de “Política Core & Flex”.

 

Simple City: De uma forma geral, como você analisa o suporte oferecido aos expatriados no Brasil, comparado a outros países?

Silvia Jacoby:  O suporte que as empresas oferecem no Brasil aos estrangeiros é excelente! Não é apenas minha opinião, mas de muitos estrangeiros que já moraram em outros países. Isto se dá não apenas por que o brasileiro é muito receptivo e acolhedor, mas por motivos menos glamourosos. Alguns exemplos: o idioma português é extremamente difícil e, em especial no dia a dia fora da empresa, a maior parte da população não se comunica em outro idioma. O brasileiro culturalmente nem sempre é facilmente compreendido (“diz uma coisa, mas pensa outra”). Os aspectos relacionados a serviços públicos (por exemplo, transporte coletivo) e segurança deixam a desejar. Estes e outros fatores exigem da empresa, muitas vezes com a ajuda de Relocation Service, um esforço maior para que o expatriado e sua família tenham uma boa adaptação em nosso país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A adaptação do cônjuge como um fator de sucesso para a transferência internacional

O processo de transferência internacional tem uma importância cada vez maior no mundo contemporâneo. Grandes corporações, universidades, ONGs, e entidades religiosas, utilizam esse recurso como forma de trocar conhecimentos, agregar valor a um projeto, ou até mesmo fornecer ao funcionário uma experiência essencial à sua carreira.

Contudo, o que esse processo tem de excitante, também tem de desafiador. Existe uma diferença grande entre o sonho de morar em um novo país e a realidade de efetivamente fazê-lo. A rotina, a burocracia e os desafios diários impõem uma realidade que nada tem a ver com a do sonho, e esse desafio é ainda maior quando o profissional possui família. Estudos comprovam que a adaptação da família ao novo local é um dos pontos mais críticos. De acordo com a pesquisa da Global Line em parceria com a Worldwide ERC, Mobility 2017, a maioria dos expatriados estrangeiros no Brasil traz seu cônjuge (71%) e seus filhos (49%). E as principais razões para o insucesso da transferência internacional é justamente a família.

 

O fato é que, em uma transferência internacional, o cônjuge tem um papel mais difícil do que qualquer outro membro da família. De uma certa forma, o profissional ainda tem a empresa onde trabalha, bem como o próprio trabalho como uma referência de continuidade. Os filhos, apesar de sofrerem com a perda de laços familiares e amigos, também mantêm uma rotina escolar e outras atividades esportivas que os ajudam de certa forma na adaptação. Contudo, o cônjuge, além de deixar importantes partes da vida familiar para trás, como família, amigos, suas atividades, ainda precisa lidar com uma realidade totalmente nova e fazê-la funcionar para a família. Existe um esforço mental que não é mensurado.  Não é muito raro que, no meio desse processo, o cônjuge perca a sua identidade, e até mesmo entre em depressão. Por isso, os desafios que o cônjuge enfrenta na adaptação ao novo local são diferentes, e até mesmo maiores do que aqueles que se apresentam ao resto da família.

Na Simple City, entendemos a importância de um suporte efetivo e adequado, não só para o grupo familiar, mas voltado para o cônjuge. É uma equação que precisa ser balanceada com muito cuidado: para cada grupo, uma atenção individualizada. Quando a família está bem, todo o processo funciona perfeitamente. Mas quando algo está errado, os problemas surgem aos montes. O cônjuge tem um papel fundamental no sucesso da transferência internacional, não só na ajuda e coordenação de todo o processo, mas em garantir o suporte emocional adequado para toda a família durante essa mudança.

E não existe essa história de que famílias com mais experiência em transferências internacionais sejam mais acostumadas e que, por isso, precisem de menos auxílio. Cada transferência é diferente e afeta a família de uma forma distinta. Durante o processo de decisão até o momento da transferência em si, a família passa por situações de ansiedade, stress, ao mesmo tempo em que tentam manter o equilíbrio mental. O stress pode ser maior se o cônjuge ficar desempregado no novo destino. A falta de pertencimento ou utilidade profissional aliada à falta de uma receita financeira própria pode dificultar e muito esse processo. Outro grande ponto de stress é a falta do suporte familiar ou da rede de amigos para quem tem filhos ainda pequenos. Ter que lidar com as incertezas da saúde infantil (como viroses e afins) em um novo país não é nada agradável.

Por isso, um suporte adequado e indivualizado é extremamente importante. A mesma pesquisa da Mobility 2017 mostra que ainda existe um “gap” de apoio na transição profissional do cônjuge e na adaptação cultural da família. Apesar da maioria das empresas oferecerem curso de treinamento intercultural, pontual, poucos levam em conta os desafios que a família ainda pode ter durante os primeiros meses no novo local.

Em parte, esses problemas podem ser resolvidos com um bom serviço de relocation, que é muito mais do que encontrar um imóvel em uma boa área. O profissional de relocation precisa entender a dinâmica familiar, seus desafios e ajudar a família a se ajustar ao novo país. O Rio de Janeiro, por exemplo, pode ser uma das cidades mais lindas do mundo, mas possui um metro quadrado caro que não reflete a qualidade dos imóveis. Lidar com problemas diários como, manutenção residencial, internet, banco pode ser frustrante considerando a falta de preparo e a indisponibilidade de profissionais que falem pelo menos o inglês.

Tudo isso impacta no alto custo de vida, em termos financeiros, mas também do esforço adicional que se põem para que as coisas funcionem com uma certa normalidade. O processo de relocation precisa ser exclusivo, desenhado para atender às necessidades daquela família. Pensando nisso, na Simple City a família tem contato com apenas um consultor durante todo o processo de busca de imóveis e instalação na nova residência. O papel do consultor é conhecer a fundo as necessidades e trabalhar junto com a família para que o imóvel ideal seja escolhido de uma forma mais rápida, sem o desgaste de visitas desnecessárias. Para isso, os encontros com o cônjuge e profissional transferido são constantes para discutir o perfil dos imóveis disponíveis no mercado, um recurso valioso que também ajuda a acelerar a adaptação da família ao local e evita aquela sensação de “perda de tempo” tão comum nos processos de housing hunting.

Na Simple City, a família mantém o canal de comunicação em aberto com o consultor desde o processo de busca de residência até a completa instalação no novo lar. Isso ajuda o cônjuge a se sentir apoiado em um momento critico em que muitas decisões precisam ser tomadas relativas a serviços e processos desconhecidos. Além de fornecer um alento à família, é um suporte adicional ao RH, que consegue focar nas suas atividades primárias e no funcionário transferido, que, por sua vez, consegue se inserir na rotina do trabalho mais rápido.

Além do suporte adequado na busca de residência, de acordo com Yonne McNuty, uma pesquisadora premiada dedicada a estudar o impacto do cônjuge na vida de uma família em transferência internacional, 85% dos expatriados relatam a necessidade de um suporte continuado, por pelo menos 3 meses após a transferência, para lidar com os desafios diários em um período que é justamente o mais conturbado da expatriação, quando a rotina do dia a dia, as dificuldades acabam com o período de “lua de mel” e podem interferir de maneira negativa naquele ambiente familiar.   Geralmente no Brasil esse suporte é feito de forma esporádica e por demanda. O que pode gerar um alto custo para a empresa ou sobrecarregar setores internos que precisam lidar com essa demanda adicional.  Idealizar e montar um programa de apoio exclusivo para esse período é fundamental para que as coisas fluam com facilidade, sem sobrecargas para as partes envolvidas. O serviço de relocation precisa ser flexível o suficiente para atender a essas demandas dentro das expectativas exigidas com previsibilidade de qualidade e custo.

Por isso a Simple City desenvolveu um serviço de assinatura mensal disponível para todas as famílias de expatriados.  Esse serviço engloba as necessidades e desafios diários da família de expatriados e dos RHs (aconselhamento, indicação de serviços, manutenção, suporte diverso, gerenciamento de problemas e contrato de aluguel, coordenação de pagamento de contas, dentre outros). A ideia é que a família seja acolhida em todos os seus desafios, e que o processo de adaptação seja o mais rápido.

Recomendações para um serviço de relocation mais efetivo:

Sendo assim, incluir o cônjuge nos preparativos de uma transferência e ter um olhar mais cuidadoso às suas necessidades durante o período, é uma alternativa para um bom processo de transferência internacional.

A Simple City foi desenvolvida para prestar um atendimento individualizado e exclusivo, fornecendo uma previsibilidade segura de custo, e usando tecnologia para disponibilizar à empresa todas as informações necessárias para a gestão do processo de transferência em tempo real.

 

Referências Bibliográficas:

McNulty, Y. (2012): “Being dumped in to a sink or swim”: An empirical study of organizational support for the trailing spouse. Human Resource Development International 15 (4), 417-434

McNulty, Y. & Pember, S. (2014): Delivering Effective Relocation Family Support

Simonellu, B. (2012): Adaptação de Cônjuges e de Expatriados e sua relação com o Desempenho em Designações Internacionais. XXXVI Encontro da ANPAD

WorldWide ERC & Global Line: Mobility 2017

Dicas de saúde para expatriados

Durante o processo de mudança de residência para outro país, várias decisões e adaptações devem ser feitas, principalmente quando há crianças na família.

Neste momento, para evitar aborrecimentos e problemas, relacionamos algumas dicas úteis sobre os cuidados com a saúde dos expatriados ao virem para o Brasil.

Devemos lembrar que, muito provavelmente, haverá grandes diferenças entre o país de origem e o Brasil, em relação a clima, cultura e gastronomia. Por isso, é super importante conhecer o seu destino e os hábitos e características do local.

Seguem algumas orientações gerais da Home Ped, equipe especializada de pediatras, para quem está chegando ao Brasil para uma estadia mais longa:

  1. Busque indicações de médicos assistentes, ou seja, os adultos precisam de um clínico geral, as mulheres, de um ginecologista e as crianças, de um pediatra para um acompanhamento regular. É fundamental ter um médico para consultas de rotina e para orientações em caso de urgências. Procure saber referências dos profissionais e, preferencialmente, se falam seu idioma, já que facilita bastante a comunicação num momento de doença ou dúvidas específicas sobre sua saúde.
  2.  No caso de adultos com doenças crônicas e crianças, traga um laudo médico com um histórico contendo as informações mais importantes, como dados sobre a doença, tipo sanguíneo, alergias, internações e cirurgias prévias.
  3. Tenha um seguro de saúde! Não devemos contar, exclusivamente, com os postos e hospitais do SUS, devido à precariedade de boa parte deles. Verifique se o seu convênio oferece cobertura nacional e anote os locais de atendimento de urgência e laboratórios para facilitar, caso precise utilizá-los.
  4. Vacine-se! Há vacinas no Programa Nacional de Imunizações do Brasil que não estão incluídas nos calendários de outros países, como BCG, febre amarela e meningocócica, por exemplo. É essencial trazer seu cartão vacinal devidamente preenchido com datas e doses das vacinas.
  5. Consuma alimentos saudáveis, evitando os preparados em locais com higiene duvidosa.
  6. Use repelente contra insetos e outras medidas físicas de proteção, como telas nas portas e janelas de casa, para evitar a picada dos mosquitos. Em grande parte do país, há casos de febre amarela, dengue, Zika e Chikungunya, doenças transmitidas por insetos e que podem evoluir de forma bastante grave.
  7. Higienize com frequência as suas mãos, lavando com sabonete ou utilizando álcool em gel. Essa medida simples pode ajudar a prevenir doenças como gripe e gastroenterite.
  8. Mantenha-se hidratado! Na maior parte do Brasil e durante quase todo o ano, as temperaturas são altas e o calor pode levar à desidratação, principalmente entre crianças e idosos. Considere o uso de chapéu, boné e óculos escuros, além do protetor solar, em dias ensolarados, especialmente. Evite a exposição excessiva ao sol em horários de maior radiação (entre 10:00 e 15:00) no verão.
  9. Lembre-se de que a água da torneira e dos chuveiros não é própria para consumo, diferentemente de muitos países, em especial da Europa.
  10. Muitos expatriados curtem fazer trilhas e passeios nas florestas. Nesses locais, não se deve alimentar animais selvagens nem chegar muito próximo a eles, pois podem transmitir doenças como a raiva.
  11. Anote telefones úteis como SAMU (192), ANVISA (0800 642 9782), Disque-Intoxicação 24 horas (0800 722 6001).

 

Texto produzido pela equipe da Home Ped.

Escolas para expatriados no Rio de Janeiro

De forma geral, existem basicamente 3 tipos de escola no Rio de Janeiro, a Pública, Particular e a Internacional.

Não obstante os desafios que uma família de expatriados encontra na educação dos seus filhos, o mais comum é a escolha de uma escola internacional que promete manter uma constância e uniformidade de ensino, sem trazer tantas rupturas para a criança.

 

Escola Pública

O acesso a escola pública é gratuito a toda e qualquer criança, inclusive estrangeira, desde que seja moradora da cidade. Todas escolas seguem um currículo padrão e as aulas são ministradas em português.

Contudo, devido ao baixo investimento na área, a maioria das escolas estão sucateadas e superlotadas. Isso afeta o desempenho dos estudantes e das escolas como um todo.

 

Escolas particulares

Em geral seguem o currículo nacional brasileiro, contudo algumas oferecem um currículo bilíngue.

Essa é uma opção para expatriados que não podem arcar com o alto custo das mensalidades das escolas internacionais. Contudo, como a maior parte das aulas são ministradas em português, é importante que a criança tenha familiaridade com o idioma.

 

Escola Internacional

Existem algumas escolas internacionais no Rio de Janeiro. A maioria segue o sistema americano ou britânico.

A demanda por vagas nas escolas internacionais é muito alta e por isso os pais precisam garantir uma vaga com pelo menos 1 ano de antecedência. As taxas de adesão também são bastante elevadas. Por isso não é raro que as empresas assumam esse tipo de despesa como parte do benefício do processo de expatriação.

 

Escola Americana

www.earj.com.br

Curriculo: Americano, Brasileiro e International Baccalaureate

Idades: 3 to 18

 

Escola Britânica

www.britishschool.g12.br

Curriculo: Britânico, IGCSE and International Baccalaureate

Idade: 2 to 18

 

 Escola Alemã

www.eacorcovado.com.br

Curriculo: Alemão e Brasileiro

Idade: 3 to 18

 

Lycée Molière

www.lyceemoliere.com.br

Curriculo: Francês

Idade: 3 to 18

 

Our Lady of Mercy School

www.olmrio.com

Curriculo: Americano e Brasileiro

Idade: 2 to 18

 

Rio International School

www.riointernationalschool.com

Curriculo: Americano e Brasileiro

Idade: 3 to 18

Mapple Bear

https://maplebear.com.br

Curriculo: Canadense e Brasileiro

Idade: 1 a 18 anos.